Jun
Editora: baraúna
Páginas: 271
Rating:
Sinopse: Houve um tempo em que o mais importante era o ser. E, nesse tempo, havia tempo… Tempo para os encontros, para as rodas de prosa, para as reuniões de família. Tempo para parar e contar histórias, e ouvir histórias. Tempo em que se acreditava em Papai Noel, cegonhas, fadas e duendes. Tempo para receber visitas, brincar, sorrir, criar. Tempo para fazer amigos, amar, rezar, sonhar e construir… Tempo de ser unidade para enfrentar e vencer desafios. Numa corrida incansável, desenfreada e complexa em busca do ter, o homem perde a verdadeira essência de sua vida. O mundo está carente… Carente de Deus, de amor, de fé… É preciso retroagir, voltar no tempo, fazendo da memória uma conselheira, talvez como aquela nossa primeira professora, cujo nome geralmente não esquecemos. E, sob sua pedagogia, voltar a sentir o prazer, a alegria, num jeito simples de ser feliz. Ainda há tempo…
Laurinda é um livro que tenta trazer em sua trama fortes emoções, dificuldades de um casal que saiu da Itália em busca de uma vida melhor e disposta à arriscar tudo o que tinham por essa vida nova. Não sei bem como começo essa resenha, porque, sinceramente, não me senti ligada, conectada ao livro.
Quando soube que a editora enviaria o livro para eu resenhar, pesquisei um pouco sobre sua história, e fiquei feliz em saber que se tratava de uma história baseada em fatos reais, que tratava de fé, coragem, resiliência e todos os valores que acredito ser os que valem a pena viver, e juntando-se a isso o fato de ter um pouco da história da Imigração Italiana no Brasil, confesso que fiquei bem animada.
A história tem tudo para ser ótima, há uma boa base de pesquisa, pelo que pude perceber, da parte da autora. Porém, novamente, o que não me agradou foi o jeito da escrita. Não é o primeiro livro que leio durante esse mês que me refiro a esse “pequeno problema” (comentei sobre isso na resenha de A Arte da Imperfeição). É difícil engatar em uma leitura quando você se não se sente ligado à ela, e, ainda por cima, acaba achando a escrita cansativa, pesada. Não sei explicar bem o que me incomodou mais no livro, mas confesso que um dos pontos negativos são as expressões em italiano – não traduzidas – que, por mais que algumas sejam de fácil compreensão, atrasam a leitura quando você fica tentando adivinhar o que significa tal palavra.
O livro não é ruim, está longe disso, porém, também passa longe dos meus preferidos. Indico a vocês que leiam e tirem suas próprias conclusões, porque a história é realmente forte.
Beijinhos,
May ;*
Arquivado em Livros | Tags: Baraúna, Cortesia, Laurinda, resenhas
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4 Comentários em “Laurinda, Elizabete Scaramal”
Ah isso já aconteceu comigo May!
Tem um livro aqui em casa que eu to pra resenhar há um tempão porque quero ver como vou conseguir explicar o que foi que não me tocou na história, que por sinal também é baseada em fatos reais. É muito ruim quando não conseguimos entrar a fundo na vida dos personagens, perde muito da magia que a leitura deveria proporcionar.
Um beijo!
Brenda Lorrainy
cataventodeideias.com
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oi,
linda a capa, pena q o livro não é tão bom.
adorei seu blog, muito lindo! curti no facebook
estou te seguindo, segue o meu tambem
http://lostgirlygirl.blogspot.com.br/
bjos
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Mayara Reply:
June 27th, 2012 at 11:00
@Michele Bowkunowicz, uma pena mesmo, mas é tudo questão de gosto, de afinidade com a história ou com certos gêneros de livros.
Beijinhos,
May ;*
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Mayara Reply:
June 27th, 2012 at 10:55
@Brenda Lorrainy, eu já li vários livros baseados em fatos reais, porém, esse não me chamou atenção, achei a história dele um pouco desconexa, mas enfim, gosto é gosto.
Beijinhos,
May ;*
Mayara
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